Quase mansa

Vai chegar o diaImagem 1
Em que minha poesia
Não entrará mais de sola
Pedirá sutil licença
Forjando educada presença
Pra não ser mais o que amola
Baterá em retirada
Quase descontaminada
Será calma, comportada
Respeitando o espaço alheio
Não virá num incômodo e-mail
Que adentra tuas férias
Mas, nesse dia, estará morta
Terá se rompido a aorta
Que ultrapassa nossas artérias.

Sandra N. Flanzer, inédito

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